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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2005

Batata Quente - Nuno Morgado

Caros amigos, aficionados e leitores do nosso blog,

Quero começar por agradecer o convite e as palavras simpáticas e amigas do Frederico ao me ter nomeado para a realização deste artigo. Aproveito para retribuir manifestando a grande estima e amizade que tenho pelo Frederico Casimiro por toda a sua família. Oxalá tenhamos sempre no nosso Grupo muitos forcados que o sintam como o Frederico o sente.


 Muitas conversas, debates e trocas de ideias temos tido sobre este Grupo que nos apaixona e que procuramos construir da forma mais adequada aos nossos objectivos comuns, consagrados unanimemente na nossa Carta Nobre, mas em cada passo, em cada progresso do Grupo, ficamos com a sensação que estamos perante uma "non ending story", quanto mais fazemos, mais parece haver para fazer.


 Para que se perceba o porquê desta introdução, e a importância do que aqui está dito, nesta sumária intervenção deixarei algumas notas sobre dois pontos que, sendo essenciais à salutar vida de um Grupo, só são verdades perenes na medida em que sejam incessantemente "bem" trabalhados.


Comecemos pela coesão. Quando a experimentamos, transmite-nos uma sensação de confiança e alento que nos enriquece e nos fortalece enquanto Grupo e na vida. Mas como se consegue? Porque é que é tão difícil de encontrar, principalmente fora do Grupo?


 Eu responderia, porque exige muito de cada um e de todos. Simplificando iria que exige consenso no que respeita aos objectivos e exige consenso no que respeita aos meios para os atingir. Uma vez que o consenso é sempre fruto do diálogo, facilmente percebemos porque é que a união no nosso ou em qualquer projecto colectivo só existe na medida em que for incessantemente "bem" trabalhada, por todos.


Em segundo lugar falemos um pouco de amizade. Qual sentimento bonito, e mais difícil de entender? Tem a sua origem no respeito e alimenta-se de reciprocidade. Constrói-se na verdade e exige confiança. Pede paridade, e assim simplicidade. Mas ainda que os estatuários estejam "tecnicamente" preparados, exige-se perseverança para que o resultado permaneça emocionante.


 Isto para dizer que o sucesso não é em circunstância alguma fruto do acaso, mas sim de uma entrega e dedicação constante. Mesmo as conquistas mais elementares e básicas só são verdades perenes na medida em que sejam incessantemente "bem" trabalhadas, por cada um em particular, e por todos em geral.


 Estou certo que o sucesso que desejamos para o nosso Grupo, fora de praça (no ambiente excelente que temos sabido criar e recriar) e dentro de praça (com a arte e eficácia que tanto ambicionamos), consegui-lo-emos porque continuaremos a trabalhar incessantemente, mesmo naquilo que aparentemente está adquirido.


Passo a Batata Quente ao nosso amigo, grande aficionado e elemento do nosso Grupo, que com tanta generosidade o tem ajudado a construir, Carlos Sequeira.

publicado por cid às 10:49

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11 comentários:
De Nuno Morgado a 14 de Novembro de 2005 às 19:42
Caros amigos,

Lamento informar que não tenho a culpa das horas a que o computador ou o server do Miranda recebe os meus mails. Na verdade o meu texto para o blog não foi enviado de manhã mas sim na noite anterior. Pode ser que surja outra oportunidade para pagar uns copos de whisky. Entretanto, bebam água...
Abraços,
Nuno Morgado
De francisco Calado a 6 de Novembro de 2005 às 17:21
Ah pois é! Das duas garrafas já não te escapas! Por isto é que temos um editor, para estar sempre atento e não deixar escapar nada.
Quanto ao teu texto, gostei bastante e acho que deixas-te aqui um pontos de reflecxão com os quais podemos sempre descobrir novas fronteiras e melhorar o que está sempre em constante adaptação. Embora já tenhamos conversado sobre isto é bom todos nós reflectirmos sobre estes assuntos, ajudanos a ter ideias bem formadas.
Um abraço
De Daniel Pedro a 6 de Novembro de 2005 às 12:00
Grande Nuno! Escreveu um excelente texto e a maneira como o fez mostra realmente o que o grupo representa para si! Como o Vinhais já referiu, é realmente um prazer ler e ouvir os seus pensamentos em relação ao nosso grupo! Quanto às garrafas, estou convencido que o Nuno o fez de propósito senão, no próximo jantar iria haver muita sede!! Grande abraço e força Camané!
De Bernardo Mendia a 5 de Novembro de 2005 às 20:20
Lindo!!!!!! - 2 GARRAFAS DE WHISKY - alguém diga rápido qd é q é o próximo jantar. Abraços
De Bernardo Mendia a 5 de Novembro de 2005 às 20:20
Lindo!!!!!! - 2 GARRAFAS DE WHISKY - alguém diga rápido qd é q é o próximo jantar. Abraços
De Nuno Vinhais a 5 de Novembro de 2005 às 15:44
Alguém vai lerpar!!!!!
De Nuno Serrenho a 5 de Novembro de 2005 às 11:05
Não é meu hábito reincidir nos comentários, no entanto o texto do Miranda despertou em mim uma tentação enorme. Pois é amigo Nuno Morgado, tenho-te em conta de disciplinado, cumpridor e ciente dos deveres, como não cumpriste o horário estipulado… espero pelas duas garrafinhas no próximo jantar.

Quero só acrescentar que assim até dá gosto, ou seja, leio um fantástico texto e bebo uns copos á pala do amigo Morgado!
De Frederico Casimiro a 5 de Novembro de 2005 às 02:39
Grande Nuno, gostei bastante do teu texto apesar de esperar mais de ti, principalmente a explicação do porquê que não posso cumprimentar as pessoas como eu quero...Enfim.
Em relação aos prazos, os mesmos são para cumprir e como tal tenho a certeza que o Nuno se vai redimir no próximo jantar...
De Miranda a 4 de Novembro de 2005 às 19:56
Grande "Super Pai"... O Nuno Morgado dá-nos uma bela explicação sobre os principios que devem reger um Grupo de Forcados baseados não só na sua experiência como forcado mas também como homem.. Muito bom de ler... Como editor do blog tenho, no entanto, uma nota a acrescentar: o texto do Nuno chegou fora de prazo (às 8h00 da manhã de sexta-feira quando o prazo é até às 21h00 de quinta-feira) e eu não sei bem o que fazer relativamente à questão das garrafas de whisky... È um precedente complicado e tenho a certeza que o Nuno se deverá querer redimir no próximo jantar... Só para ficar à vossa consideração
De Nuno Vinhais a 4 de Novembro de 2005 às 14:52
Caro Nuno, é sempre com bastante satisfação que leio ou ouço "pensamentos" vindos do Nuno, sendo uma pessoa que já deu muito ao Grupo e ainda tem muito para dar.
Tenho a certeza que a Batata não vai queimar as mãos do Sequeira. Foi muito bem entregue!!
Abraços

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