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Terça-feira, 26 de Julho de 2005

Voltemos a S. Mamede...

Normalmente não nos repetimos a falar dos assuntos, muitas vezes por falta de tempo, mas também porque não gostamos de remoer os assuntos e porque normalente logo à primeira fica logo tudo dito... È quase como nos toiros, ter que abordar o mesmo assunto à segunda tentativa já não tem o mesmo brilho.. Pode até sair algo de espectacular (como acontece nalgumas pegas à 2ª tentativa) mas fica sempre a mácula de não se ter conseguido à primeira...


Dito isto parece-nos importante voltar a falar da corrida de S. Mamede... Não porque tenha sido uma grande corrida, mas exactamente porque não foi...


Claro que todos procuramos e gostamos do sucesso mas (a vida e os toiros ensinam-nos isso..) é com os erros que se aprende e que se cresce...


Gostávamos de destacar aqui um discurso proferido pela Sofia (mulher do Mendoça) no jantar a seguir à corrida.. Apesar do nosso evidente descontentamento com a actuação que o Grupo tinha tido nesse dia (um toiro à 5ª tentativa e outro à 2ª) ela frisou que o importante não era propriamente a que tentativa a que se haviam pegado os toiros mas sim a forma como estes tinham sido enfrentados...


A Sofia, que já acompanha o Grupo há alguns anos, lembrou-nos que jamais viu algum elemento do GFACR desmaiado ser transportado pelos seus colegas para fora de praça "tipo saco de batatas"... Estava sim habituada a ver forcados a deitarem-se em cima dos seus amigos para os proteger do toiro e esperar ali por assistência conveniente... Nunca tinha visto também um forcado da cara fugir da cara do toiro, perder a vontade após 2 tentativas falhadas ou desmaiar sem nada lhe tocar... Estas coisas não se podem passar no GFACR...


Todos os grupo têm dias melhores e dias piores, dias em que tudo corre bem e outros em que parece que não nos devíamos ter levantado da cama, mas um forcado, forcado como aqueles que pretendemos ser e ter no Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Raínha, não pode nunca esquecer-se porque está ali e o que deve fazer para honrar a sua jaqueta...


Ser forcado não é para todos nem é para sempre, mas enquanto se tiver uma jaqueta vestida e força nas pernas (e mesmo quando esta já falta...) não se vira as costas a toiro nenhum...


Esta é uma lição que todos devemos interiorizar e cumprir tanto nos toiros (enquanto a nossa "máquina" permitir...) como na vida... 

publicado por cid às 16:47

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