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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005

Batata Quente - Frederico Casimiro

Antes de mais, gostaria de me desculpar por só agora ter escrever o meu testemunho, mas encontro-me a organizar um dos maiores eventos ciclistas da nossa terra: o 1º raid/maratona do Oeste que já conta com mais de 400 participantes, sendo esta a primeira edição, logo a minha disponibilidade não tem sido muita. O evento é no próximo dia 30 de Outubro e começa pelas 09h00 (bom para quem vem da noite…).


Queria também agradecer a oportunidade gentilmente cedida pelo meu amigo Nuno Serrenho de me poder exprimir perante vós e felicitar esta ideia pois acho muito importante dinamizar trocas de opinião entre o grupo.



A Cegonha



Antes de mais gostaria de felicitar os meus amigos Nuno Serrenho e Pedro Leite pela vinda de mais um elemento nas suas famílias, apesar de apenas um ter oferecido as garrafas de whisky, enfim.


Em relação a minha pessoa posso adiantar que, apesar de ter sido ultrapassado por duas vezes, estou a trabalhar nisso e espero em breve trazer-vos a mesma notícia, mas pessoalmente e não pela Internet como certas e determinadas pessoas.



Balanço da época



É sempre algo que acaba por ser trazido a baila quando entramos no defeso e acabámos a nossa época há pouco tempo. Começando por uma análise geral, penso que foi uma época muito positiva, apesar do elevado número de lesões (muitas delas graves), isto é, obrigou o grupo e alguns elementos assumir responsabilidades que se calhar nunca assumiriam se o grupo estivesse na sua plenitude e apesar de no inicio o grupo ter tremido um pouco, achei que as pessoas cresceram e a prova disso foi o final muito positivo de época que tivemos.


Em relação a minha pessoa, foi um ano muito especial para mim por obviamente me ter voltado a fardar e sentir aquele magnifico nervosismo e aquele turbilhão de sentimentos provocado por estar fardado e saltar para dentro de uma arena. Eu fui um dos elementos destacados e reconhecidos pela minha atitude e agradeço imenso esse reconhecimento e sobre isso gostaria de contar uma breve história.


Eu sempre fui um daqueles forcados que o Vasco Morgado e outros (inclusive eu) referenciavam como sendo uma pessoa que só conseguiria ser forcado pelo grupo das Caldas e pela amizade que sempre senti pelas pessoas do grupo, isto é, o que sempre me moveu para ser forcado foram os valores cultivados no seio do grupo e o meu relacionamento com as pessoas. Não sei se conseguiria ou não ser forcado noutro grupo, nem é algo que me preocupa muito saber, pois aquilo que eu referi atrás são acima de tudo as minhas motivações para pegar e essas tinha-as na sua plenitude no grupo das Caldas.


Então porquê voltar a pegar num grupo em que já poucos restam da minha geração? Muito simples, a amizade que sempre mantive pelo grupo, pelas pessoas que dele fazem parte no activo (e muitas delas ainda pegaram comigo) e o agradecimento que devo ao grupo por aquilo que ele me deu foram razões mais que suficientes. A tudo isso posso somar a maneira como fui recebido por todos os elementos do grupo que me fizeram sentir como se nunca tivesse deixado de pegar. A todos vocês o meu muito obrigado e até o próximo 15 de Agosto fardado e nos treinos onde espero estar presentes em todos eles.


Outras situações que eu gostaria de não deixar em claro foram todas as actividades desenvolvidas pelo grupo este ano e dar os parabéns as pessoas que com a sua dedicação tornaram possíveis todos elas.



Lesões


 
Não podia como é obvio deixar passar em claro as recuperações de grandes forcados e exemplos como o Ricardo Cunha, Nuno Serrenho, Henrique Frazão e Francisco Calado. E uma recuperação final ao Marco, Pedro Carvalho, Bernardo Mendia, Daniel Pedro, Nuno Vinhais. As lesões são algo sempre muito chato pois além da limitação física que nos provoca, mexe muito com o psicológico e aí que temos de ser fortes pois se desistirmos perante as pressões e adversidades nunca seremos forcados na sua plenitude e todos os nomes que eu referi são-o com certeza. Além disso vai ser um grande dor de cabeça as fardamentas para o Francisco para o ano e vou lá estar para ver.


 
Passagem de testemunho


 
Muito se falou de referências neste meu texto e eu também as tive, por isso vou passar a batata quente a uma pessoa que foi um referência para mim desde sempre, tanto como forcado como em termos pessoais e familiares. Apesar de ainda não ter percebido porque é que eu não posso cumprimentar os meus amigos como quero…Nuno Morgado.


 


Um forte abraço e viva o Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha.

publicado por cid às 09:46

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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2005

Batata Quente - Nuno Serrenho

 

Caríssimos Amigos,


É com muito prazer que recebo a “batata quente” do nosso amigo Miranda, sem dúvida que o blog é mais um meio de comunicação e divulgação da vida do nosso Grupo e justiça seja feita o Miranda é de facto o grande impulsionador deste meio.


Já que esta oportunidade me foi concedida, vou tentar escrever sobre alguns aspectos que me parecem importantes.



Os toiros por vezes magoam!



É verdade, por vezes os toiros magoam, a provar disso mesmo é o numero de lesões que afectou o nosso Grupo na temporada passada, no entanto se analisarmos todas estas situações com maior detalhe só podemos chegar a uma conclusão, magoamo-nos porque nos entregamos totalmente à arte de pegar toiros, quando estamos em praça, não existem hesitações de qualquer tipo e quando é esta a forma de estar, pouco importa a forma como saímos fisicamente da cara do toiro!



Se analisarmos ainda com mais atenção, verificamos que com excepção de uma ou outra lesão de maior gravidade, todas as outras são situações próprias de um Grupo de Forcados.


Faço votos para que o Francisco Calado e o Henrique Frazão tenham uma recuperação rápida, pois considero que estas foram as lesões mais “chatas” e graves.



Mas nem só de pegar toiros vive o Grupo, este ano desenvolvemos algumas actividades muito interessantes e com grande impacto no meio, como por exemplo os folhetos explicativos, penso que esta actividade se revelou bastante positiva para o Grupo, pois para além de inédita veio clarificar a forma com o G.F.A.C.R. vê e analisa a nossa arte.


Agradeço ás pessoas que contribuíram de forma mais empenhada para que esta acção tivesse o sucesso que teve, nomeadamente ao Nuno Morgado, Vinhais, Cid e Miranda.  



A base do Grupo F.A. de Caldas da Rainha



À semelhança do que já foi dito ou escrito por anteriores “batateiros” a prestação e a atitude do Grupo nesta temporada foi de facto muito positiva, tendo em conta o contexto em que nos encontrávamos, é nestas situações que Forcados mais novos têm a oportunidade de pegarem de forma mais regular, mas é sobretudo em situações adversas que um Grupo mostra o seu carácter e toda a sua capacidade para lidar com a situações de maior pressão.



Meus Amigos, não tenho qualquer espécie de dúvida em afirmar que conheço a verdadeira razão que nos leva a superar as dificuldades criadas pelos toiros ou de outro qualquer cariz.



Essa razão chama-se Carta Nobre e os valores que esta representa, estes princípios são os que verdadeiramente nos colocam em posição de fazer face a qualquer problema que nos surja, é este espírito de Missão que é a base da nossa razão de existir, algo que deve ser transmitido dos mais antigos para aqueles que em boa hora se juntaram mais recentemente ao nosso Grupo, devem ser compreendidos de igual forma por todos nós, são princípios inabaláveis, independentemente do contexto ou dos tempos.


Se quisermos fazer algum tipo de analogia, diria que este espírito de Missão será a base da construção de uma casa, e todos nós sabemos o que pode acontecer a uma casa em que a base é feita de areia…


Foi este espírito de Missão que o Fred demonstrou esta temporada, devemos Todos considerar este grande exemplo!


Este é o verdadeiro motivo pelo qual existem elementos do nosso Grupo a pegar á dez ou mais anos, não é só pelo gozo que é proporcionado a quando da pega de um toiro, mas acima de tudo o ambiente e a amizade que prevalece para além da arena.


É com este mesmo espírito que deveremos encarar o futuro, é hábito dizer-se que o futuro a Deus pertence, é verdade, mas também ouvi dizer que Deus não tem muita paciência para quem não é optimista em relação ao futuro, por isso temos que confiar, sem receios, pois o futuro do Grupo Forcados Amadores de Caldas da Rainha irá ser em grande medida aquilo que nós hoje decidirmos e realizarmos.


Já provamos que o que foi construído resulta, portanto a receita é simples, se mantivermos as nossas convicções e a verdadeira cultura de Grupo, pouco nos pode afectar!


Ricardo Cunha


Sinceramente preferia não escrever estas palavras, no entanto o nosso amigo Cunha foi hoje submetido à terceira intervenção cirúrgica ao joelho, a minha pergunta é simples, o que leva o Cunha, um forcadão, que nada já tem a provar na arte de pegar toiros a querer pegar, o que será?


Não quero parecer chato ou teimoso, até porque não o sou, mas mais uma vez creio que tenho a resposta: o Cunha é o exemplo vivo do que significam os nossos valores!


Para ti Cunha, não tenho muitas palavras, apenas estas:


Rápidas melhoras, és uma lição de Forcadagem!


 A cegonha e as garrafas de Whisky


E perguntam os meus amigos, que terá a ver a cegonha com as garrafas de whisky? Muito simples, escrevi à cegonha, esta respondeu que chegaria lá para Junho de 2006, motivo pelo qual a família Serrenho vive dias de grande felicidade!


Assim proponho que no próximo jantar possa oferecer as duas ditas garrafas aos meus Amigos!


“A batata quente vai para…”


Não só pelo exemplo que dá ao Grupo, mas acima de tudo pelo sentido de Grupo que demonstrou, passo a batata quente ao nosso Amigo Frederico Casimiro


Resta-me enviar-vos um enorme Abraço,


Nuno Serrenho

publicado por cid às 18:53

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2005

"Batata Quente" - Luís Miranda

Meus amigos,


 


Por acaso não sei se acho muita piada a esta história de o Rebelo me ter passado a “Batata Quente”... Mas já que passou só me resta cumprir o meu papel e escrever o que me compete para o nosso blog (nada que nunca tivesse feito..) e depois descansar um pouco pois só, no mínimo, daqui a 10 semanas é que volto a escrever...


 


Como é óbvio tenho de começar por falar na época que tivemos.. Devo confessar que foi completamente diferente daquilo que eu estava à espera, mas foi, apesar de todos as lesões e problemas (ou talvez mesmo por causa delas..), a que me deu mais gozo fazer...


 


Digo-vos que me deu gozo não porque tivesse achado alguma piada a qualquer das lesões que muitos dos elementos do nosso Grupo sofreram mas sim porque todos estes problemas nos obrigaram a enfrentar as dificuldades, tanto na praça como fora dela, e, tenho a certeza, a crescer como pessoas, como forcados e como Grupo...


 


Em relação às nossas corridas acho que realmente estivemos muito bem em todas, havendo com certeza em cada uma pormenores que poderiam ter corrido melhor, mas isso parte também da fasquia em que nos encontramos e desta coisa que nos caracteriza de querermos ser sempre melhores....


 


No entanto quando falo nesta época tenho de destacar várias pessoas: o Salvador, pelo seu empenho; o Tiago Ribeiro, pelo seu espírito e progressão; o Neto, pela calma e à-vontade como agarrou as oportunidades que teve; o Cid, pelo seu entusiasmo contagiante e pelas oportunidades merecidas que teve; o Guia, pelo salto que deu como forcado; o Rebelo e o Òscar, pelos “toirinhos” que pegaram; o Alonso, pelos toiros que pegou e por aqueles que ficaram por pegar; o Fred Casimiro, pela sua grande atitude; o Serrenho, pelo seu ENORME exemplo; e o Francisco Calado pela excelente liderança que demonstrou ao longo de toda a època...


 


As oportunidades que muitos forcados tiveram e a forma como as agarraram faz-me já estar ansioso pelo início dos treinos... Quero ver os “velhos” a mostrar porque são eles os “titulares” e os “novos” a tentarem guardar os lugares que conquistaram este ano.. Vai ser lindo!!! E eu garanto-vos que não vou facilitar...


 


Outro aspecto que queria referir é a cada vez maior necessidade de o GFACR se afirmar não só pela forma como pega toiros mas também por aquilo que faz para se promover, promover a Festa Brava, a tradição dos toiros e dos forcados e a sua terra...


 


Todos sabemos que hoje em dia o simples facto pegar bem não chega para ter corridas e, excepto alguns “iluminados”, toda a gente valoriza bastante toda a capacidade de mobilização e serviço à Festa Brava que qualquer grupo de forcados tenha... Até porque, e confesso-vos aqui o meu receio, se nada de positivo se fizer dentro de não muitos anos não haverá corridas de toiros para ninguém...


 


È de facto uma realidade de que nos temos de mentalizar e tentar trabalhar para que o nosso Grupo, e também a Festa Brava, ganhem cada vez maior visibilidade... Sei que muito temos feito (as garrafas, o site, o folheto..) mas poderíamos fazer muito mais principalmente se TODOS se empenharem...


 


Vocês não calculam a satisfação que foi para mim ter sido escolhido para pegar aquele toiro na Nazaré... Foi simplesmente surreal... E apesar de ter feito um série de erros (eu sei bem que não foi uma grande pega...) este ano vou estar a 800% nos treinos até porque em 2006 abre o Campo Pequeno e eu sempre fui daqueles que apoiou a lógica de que um forcado deve sempre pegar na sua terra...


 


Acho que já disse bastante e com a satisfação de poder descansar por, pelo menos, 10 semanas passo a “Batata Quente” a um “velhote” que deve ter coisas bem interessantes a dizer e que eu gostaria muito de ler..   Nuno Serrenho, a “Batata Quente” é tua!!!


 


Abraço a todos

publicado por cid às 17:03

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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2005

Batata Quente - Francisco "Cantorias" Rebelo de Andrade

Queridos amigos:


Como alguém escreveu ao comentar as palavras do Pedro, pouco ficou por dizer no que se refere á temporada que passou. Ainda por cima depois do nosso Cabo a ter analisado também.


Muitas situações se passaram umas muito positivas outras nem tanto, e para mim estas reflexões no final da temporada servem essencialmente para tentar de alguma forma melhorar o que não correu como desejariamos.


As lesões são fruto de azares que acontecem, que não podemos prever nem evitar, mas podemos isso sim prepararmo-nos para que essas lesões sejam menos graves. Com isto quero dizer que, é já hoje que nos devemos começar a preparar para a época que ai vem. Não podemos estar à espera que comecem os treinos, pois como sabemos até nos treinos tivémos lesões graves.


Aqui em Lisboa já nos organizámos todos para tentar fazer do exercicio físico mais uma possibilidade de nos encontrarmos e de convivermos. É já nos treinos que vamos estar todos muita Tigres, mas para isso temos de ir afiando as garras.


Estive até hoje, 5ª feira a pensar no que iria escrever, pois a habilidade não é muita, mas na perspectiva de passar o prazo, percebi que mesmo assim tenho mais jeito para escrever do que para pagar garrafas de whisky.


Assim sendo chegou a hora de passar a batata quente. Mando-a para o Miranda, pois acho que já anda à muitos dias sem escrever nada.


Um grande abraço para todos e viva o Grupo de Forcadoa Amadres das Caldas da Rainha.

publicado por cid às 14:52

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