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Quarta-feira, 24 de Maio de 2006

Batata Quente - Diogo Ornelas

 Caros Amigos,

 


Quero começar por agradecer ao Xavi a oportunidade que me deu.


 Não querendo entrar em pormenores nem aprofundar demasiado «a coisa», achei engraçado escrever sobre um assunto em que todos pensamos, mas poucas vezes reflectimos sobre ele.


Quantos de nós antes de cada corrida não sentimos a «barrigas ás voltas», as mãos suadas, os músculos tensos? Quem é que nunca teve insónias taurinas? Eu já...


Vou aproveitar esta batata para falar sobre ansiedade, se é boa, se é má, vamos lá ver o que sai.


ANSIEDADE


A Ansiedade é um estado emocional desagradável de medo ou apreensão, quer na ausência de perigo ou ameaça identificável, quer quando a mesma alteração emocional é claramente desproporcionada em relação à intensidade real do perigo. Caracteriza-se por uma grande variedade de sintomas somáticos, como tremuras, hipertonia muscular, inquietação, hiperventilação, sudações, palpitações, etc. Aparecem também sintomas cognitivos como apreensão e inquietação psíquica, hipervigilância e outros sintomas relacionados com a alteração da vigilância (distraibilidade, perda de concentração, insónias). A perturbação por ansiedade generalizada caracteriza-se por um sentimento de ansiedade de teor persistente e generalizado, acompanhada de uma sensação de tensão e de dificuldade em relaxar, bem como, visão enevoada, securas na boca, transpiração excessiva, náuseas, pontadas abdominais, palpitações, dificuldades em concentrar-se, irritabilidade, dores de barriga e perturbações no sono. Reconhecem alguns sintomas? Não se preocupem que ainda não é desta que têm de ir ao Raimundo!


As corridas de toiros exercem uma influência decisiva sobre o comportamento emocional do ser humano. A prontidão para a máxima performance – ou para se fazer o melhor - deve ser uma das virtudes do forcado, virtude esta que pode ser extremamente abalada diante de um quadro de ansiedade psicológico. (Se quiserem podem chamar «toiro» a este quadro de ansiedade...)


O estado psicológico do forcado é factor determinante para o êxito na pega, pois toda acção mecânica relaciona-se directamente com estado emocional do indivíduo.


Assim, o sucesso da pega dependerá não apenas da preparação dos aspectos físicos (força, velocidade, resistência, flexibilidade, coordenação), mas também dos aspectos mentais (concentração, auto-estima, motivação, ansiedade).


Na nossa tão Portuguesa arte de pegar toiros, a preparação física é fundamental, mas muitas vezes o que faz a diferença entre o pegar à primeira ou não, é o estado emocional do forcado ou do grupo. Portanto, o estado psicológico óptimo é necessário para se poder atingir o sucesso Mas, afinal, qual seria o estado psicológico óptimo do forcado?


Fazendo um transfer da psicologia do desporto para as corridas de toiros, podemos dizer que os forcados apresentam três estados psicológicos:



  • ESTADO PSICOLÓGICO DA NORMA, sendo o estado funcional e saudável do indivíduo, representado pelo equilíbrio emocional para a realização das tarefas básicas do quotidiano. Este estado psicológico não é o ideal para as corridas de toiros, que exigem uma mobilização das forças físicas e psíquicas além daquelas exigidas pelo quotidiano.

  • ESTADO PSICOLÓGICO DA MOBILIZAÇÃO, é o estado ideal do forcado que lhe possibilita uma intervenção óptima nas corridas. O forcado deve estar continuamente preparado para a execução de tarefas motoras específicas (exigências da posição que ocupa na formação do grupo), para a adaptação a novos estímulos (os toiros não vêem sempre em frente...) e para a superação das dificuldades. Portanto, a integração das componentes da performance, ou seja, os factores físicos (força, velocidade, resistência), emocionais (controle da ansiedade) e mentais (concentração) são imprescindíveis para o sucesso numa pega. No estado de mobilização, o forcado consegue manter sob seu controle um elevado nível dos componentes da performance, do início ao final das corridas de toiros;

  • ESTADO PSICOLÓGICO PATOLÓGICO, que são as manifestações emocionais maléficas para o desempenho dentro de praça e contrárias à situação ideal psicológica do forcado. Medo, apatia, nervosismo, excesso de ansiedade entre outros, representam uma desarmonizarão psíquica que afecta directamente o desempenho. Associa-se o estado patológico a uma situação de exaustão psicofisiológica do forcado em relação a suas actividades. É o stress crónico, provocado pelo excesso de estímulos físicos, emocionais ou mentais. É o esforço extremo e inútil do forcado para superar as elevadas demandas impostas pelos excessos acima citados.

Uma vez mais quero agradecer tudo aquilo que o GFACR tem feito por mim neste últimos 5 anos, sem dúvida que com o vosso apoio me tornei um melhor ser humano.


E a batata vai para...


Vai para uma das pessoas que me trouxe para o grupo e com quem tive o privilégio de morar 4 anos... Dr. Bryan H. Ferreira, a batata é sua!


Desejo-vos tudo de bom.


Um grande abraço,


                                                   Diogo Ornelas

publicado por cid às 23:48

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Quinta-feira, 18 de Maio de 2006

Batata Quente - Xavier Ovidio

Desde ja, obrigado ao Jota que me deu a oportunidade de me estrear neste
meio rural das batatas!

Meus Amigos e aficcionados,

Venho por este meio comunicar que tinha uma ideia do que ia escrever para
este nosso blog, mas no Domingo um derrote trocou-me todo e perdi-a!

         (no desenrasque saíu-me isto...)

Sou um rapaz de poucas palavras, o que por vezes me faz encravar na
escrita, (que se revela neste preciso momento), a um dia de correr o risco
de me responsabilizar por duas garrafinhas de digestivo...:

Quero agradecer e dizer que estou cada vez mais contente, motivado,
viciado e envolvido neste Grande Grupo de amigos que me surpreende sempre
pela positiva, devido a grande amizade e ao grande sentimento de união que
se revela sempre dentro e fora de praça, o que nos torna invenciveis e
imbativeis!!!

E já que me foi dada esta oportunidade, queria descrever o meu sentimento
em relação ao Domingo passado (corrida da Benedita, primeira da temporada),
mas é-me impossivel devido as circunstancias que acima revelei...

Mas deixo aqui mais um grande agradecimento ao nosso grande cabo
Francisco Calado por me ter dado a oportunidade de me estrear em praça como
forcado de cara, depositando uma confiança em mim inigualável, que me deu a
oportunidade de demonstrar aquilo que me foi ensinado tanto por ele como por
todos os meus amigos em treinos, conversas, videos e corridas, e que me deu
um sentido de responsabilidade incumensurável, muito obrigado a todos!

Ainda falando na minha estreia, peço desculpa pelos pormenores de
"protocolo" que não segui no envolvente do momento a pega em si, mas achei
tão importante para mim que quis receber duas salvas de palmas (dai ter
brindado duas vezes)! Outro dos pormenores, não de menos importancia, a
maneira como agarrei o barrete na volta à praca (a que o Òscar chamou "saco
de batatas"), era eu já a pensar no que e que iria escrever na minha "batata
quente"!!!

Obviamente que estou a brincar, mas a emoção foi tanta que me atrapalhei um
bocadinho nestes momentos de alegria, como outro aspecto, este durante o meu
cite, em frente ao "Jacinto", precipitei-me porque os pés pareciam colados
ao chão e queria descolá-los, mas depois consegui resolver a situação
pegando com honra e garra, mas acima de tudo com gosto e orgulho!! Se tudo
correr bem e pelo melhor caminho, espero que este tenha sido apenas o
primeiro toiro de muitos!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Quanto as outras pegas, Parabéns a todos os ajudas e forcados cara, Cid -
perfeito, Vinhais - grande estreia!!!

E agora só quero ver o grupo todo rijo como o aço para o resto da
temporada, que estou confiante de que vai correr de feição, e as melhoras
para todos os membros em recuperação, que seja rápida!!!!

Para acabar, um provérbio que dedico a um dos  meus amigos que disse ter
gostado de me ver pegar, vê se adivinhas:

Qual é coisa qual é elas... que se chama batata e vai para o Ornelas!?
(Ornelas a Batata é tua...)
publicado por cid às 00:12

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Quinta-feira, 11 de Maio de 2006

Um Dia em Saigão (Vietname) - Batata Quente - João Frade

Rodrigo percorria as bancadas com os olhos, o sol de verão queimava-lhe gentilmente o rosto. A praça estava quase cheia, típico num 15 de Agosto.


Os berros do cavaleiro despertaram-no. Tentava colocar o touro mas este não estava com vontade de colaborar. Não admira – pensou Rodrigo – com este calor também não lhe apetecia grandes esforços.


- Que porcaria de manso! - rosnou alguém a seu lado.


O cavaleiro encolhendo os ombros dirigia-se para a saída, ia explicando com mímicas ao público que o touro não dava para tourear. Também não lhe apetecia grandes esforços pelos vistos.


O cabo do grupo, apanhado de surpresa, começou apressadamente a distribuir as posições. Já não tinha tempo para aquele ritual de passar três vezes por todo o grupo, sorrindo e tentando ler nos olhos a disponibilidade de cada um.


Semi-parou em frente de Rodrigo olhou-o nos olhos e atirou: - Segundas!? – era um misto de pergunta e de afirmação, ninguém contesta a decisão do cabo e muito menos diz que não. Todos têm de estar preparados para tudo.


Os elementos escolhidos davam um passo em frente e começavam a fingir que aqueciam os músculos e as articulações. Aqueles eram já movimentos mecanizados, uma espécie de ritual a que Rodrigo também não se furtou. Pelo sim, pelo não mais valia fazer o aquecimento.


Olhou para o lado e viu o cabo abraçado ao Nuno enquanto este agarrava o barrete. Uma boa escolha – pensou – Nuno era já um veterano, como o indicava a barriguinha de trintão que começava a aparecer por detrás da cinta, mas era ainda o forcado da cara mais eficaz do grupo.


Nuno passou pelo grupo recebendo incentivos e palmadas nas nalgas. Rodrigo sempre achou aquilo das palmadas um bocado gay mas era outro ritual e "slap" deu-lhe também uma colocando-se depois atrás dele e dos elementos escolhidos que apressadamente se dirigiam para a esquerda do director de corrida.


Passaram pelo outro grupo que também os incentivou. Raramente eram o grupo mais antigo em praça e como tal colocavam-se à direita do director deslocando-se depois para a frente do outro grupo para saltarem para a praça.


O peão de brega tentava colocar o touro no canto oposto à porta dos curros conforme o cabo lhe tinha indicado mas não estava a ter muito sucesso. Parecia uma bailarina de volta do touro abanando-lhe o capote à frente do focinho.


- Baixa-lhe a cabeça – gritou à sua esquerda Pedro, que nesta pega ia rabujar.


Rodrigo calculou as distâncias para saltar. Não havia nada menos prometedor do que levar com um pé na cara e aterrar de queixo na praça. À sua direita estava o outro segunda Manolete, velho parceiro de borga, sorriu e disse-lhe em jeito de incentivo: - bora lá!


No canto oposto aos curros o peão de brega deixava o capote ser-lhe arrancado das mãos e saltava as tábuas para não ser agarrado pelo touro. Tudo normal pensou Rodrigo. O público que batia palmas ao grupo riu-se nervosamente do salto do peão de brega que se safava por centímetros de uma cornada.


Ouviu-se então a corneta mandando o grupo saltar para a praça.


Rodrigo benzeu-se, colocou as duas mãos nas tábuas e atirou as pernas para o outro lado. O grupo aterrou todo ao mesmo tempo. O outro lado das tábuas era outro mundo. Ali já não se ouvia o público, naquele palco eram apenas eles e o touro.


O grupo colocou-se todo muito junto das tábuas, terceiras, rabejador, segundas e primeira todos em apenas 5 metros. Era sempre a corrida mais importante para o grupo e iam dar vantagens ao touro. No centro da praça Nuno começava a brindar ao público.


Ninguém podia adivinhar o que iria acontecer.



Fim do primeiro capítulo


(A Batata Quente passa para um míudo que tem estado a pegar muito bem este ano nos treinos, o Xavier)


                                                       II CAPÍTULO


Rodrigo concentrou-se e tentou adivinhar qual seria o comportamento do touro. Pelo pouco que tinha visto do touro parecia que não se tinha entregue muito à lide do cavaleiro, por isso ou iria arrancar-se a muito custo tendo Nuno de o ir sacar quase junto às tábuas aguentando depois uma viagem com o touro a tentar sacudir o forcado, ou então o touro ficaria sempre a defender-se junto às tábuas dando apenas uma mangada para tirar o forcado da cara.


Qualquer uma das perspectivas não era muito agradável para Nuno e para o grupo.


Mas isto não eram certezas matemáticas, nunca se sabia bem como o touro se ia comportar e Rodrigo pouco tinha visto do touro já que passara maior parte do tempo à procura de alguém nas bancadas.


- Bolas, devia ter estado com mais atenção ao touro – pensou Rodrigo.


Atrás de si Pedro, o rabejador, baixava-se para apanhar areia. Rodrigo e Manolete estavam juntos de frente tentando-se esconder por detrás de Sousa o primeira ajuda, enquanto esticavam o pescoço para os lados para tentarem ver o touro.


- Tenho impressão que vai ser uma bela bomboca… – disse Manolete.


- Ná, vai ser mel vais ver. – mentiu Rodrigo.


À frente do primeira, Nuno enterrava o barrete gasto pela cabeça abaixo deixando apenas os olhinhos de fora. Também ele sabia da bomboca que tinha pela frente. Era o sexto sentido de 12 anos de forcado com algumas idas ao hospital e várias costelas partidas. Mas tinha a esperança de conseguir fazer o touro arrancar-se das tábuas para depois o pegar enquanto o trazia consigo a recuar.


Nuno bateu as palmas e citou – Toiro Toiro! – atrás de si os ajudas mexiam-se nervosamente.


A praça escondeu-se em silêncio.


Não teve de citar mais nenhuma vez. O Touro que se encontrava distraído com o capote do peão de brega, voltou-se ao ouvir tal ruído e arrancou lesto, cauda na horizontal, focinho levantado e cornos no ar. 550 quilos de massa bruta em movimento.


Sousa abriu automaticamente os braços e avançou. Nuno surpreendido com o arranque do touro deu um pequeno passo e carregou o touro para o fixar – Toiro.


Pedro, o rabejador, empurrava Rodrigo e Manolete para a frente enquanto gritava: - Vem aí, já vem aí!!


Com o passar dos anos Rodrigo já conseguia ver a pega cada vez mais devagar. Ao princípio parece que tudo acontece em menos de um segundo. O Touro arranca, vê-se um amalgamado pouco claro de pernas e braços a vir e tenta-se agarrar o que lá vier. Depois vai-se conseguindo perceber melhor o que se passa e ajudar melhor, compensar o forcado da cara se ele vier com as pernas soltas, etc.


Só que este touro vinha em fast-forward…


Fim segundo capítulo

publicado por cid às 16:38

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Quinta-feira, 4 de Maio de 2006

Batata Quente - Tiago Ribeiro


Caros Amigos e Leitores,



Numa altura em que já todos nós pensamos na nossa primeira corrida da época, na Benedita, agradeço ao nosso amigo Nuno Vinhais por me ter passado a Batata Quente.



Se há dia que não esquecerei, é o dia em que sem conhecer ninguém do Grupo sabendo apenas que haveria treino nas Caldas da Rainha lá fui eu à procura da oportunidade de treinar e tentar entrar no Grupo, sem ter noção do que estava para além de pegar toiros.


Hoje em dia é para mim um enorme prazer e orgulho pertencer ao GFACR. Neste maravilhoso grupo encontrei acima de tudo uma escola que se baseia e fundamenta na Carta Nobre do Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha e que cultiva entre outros os nobres valores da amizade, do respeito, da união e da verdade, que defende a nossa identidade e tradições portuguesas e nos prepara para enfrentar certos obstáculos que por vezes a vida nos impõe. Felizmente por já cultivar alguns destes valores penso que tornou muito mais fácil a minha adaptação ao Grupo.



Se outro dia há que não esqueço, foi a primeira vez que me fardei. Nesse dia e ao envergar a Jaqueta do nosso Grupo senti (e continuo a sentir) não só a confiança depositada em mim, mas também o esforço, empenho e dedicação de todas as pessoas que permitiram que eu estivesse ali a viver aquele momento. O meu muito obrigado e um bem-haja a todas essas pessoas!




Em traços gerais ser Forcado do GFACR é algo que não consigo explicar totalmente por palavras porque há coisas que não se explicam, sentem-se!


É estar-se consciente que há princípios, que há um nome e uma Jaqueta de ramagens para defender e honrar.


É estar preparado para alguns gestos de puro estoicismo em nome da amizade e de uma enorme paixão pelo Grupo.


É ter a certeza que nenhum toiro irá vivo para dentro enquanto houver um forcado do GFACR de pé.


É pegar um toiro nunca recuando um pé que vai à frente e sair de praça com uma humildade impressionante.




Falando agora da presente época tenho constatado a motivação e preparação da rapaziada, tanto a nível psicológico como físico. Para além disso o Grupo poderá mais uma vez contar com a muita experiência de alguns forcados mais velhos (que pegam alguns desde a fundação do grupo e são para mim referências), e a vontade de outros mais novos em conseguir as suas oportunidades. Mas acima de tudo, todos juntos, mais velhos e mais novos, activos e não activos, vamos continuar a dar o nosso máximo contributo para e pelo Grupo, e com certeza no final o balanço será muito positivo.



Rapaziada vamos aproveitar bem o próximo treino que é o último, e na temporada que aí vem vamos mostrar toda nossa garra associada a toda a nossa arte.



Da minha parte podem contar comigo para tudo, dentro e fora de praça, é sempre a "bombar" na procura de mais e melhor para este nosso "Grupo de amigos que por acaso pega toiros".



"Antes quebrar que vergar", é o espírito!




Para esta época desejo a maior sorte e que tudo nos corra pelo melhor.



Grande Abraço,



E o próximo a andar à Batatada vai para o nosso amigo João Frade "Jota"…

publicado por cid às 09:46

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