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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

Batata Quente - Marco Guincho

Boa noite aos nossos leitores, amigos, familiares e a todos os forcados das Caldas.
 
Em primeiro lugar quero agradecer as palavras do Miranda.
 
Época anterior
 
A época passada, em minha opinião, foi uma época mais ou menos boa para o Grupo porque houve lesões muito graves em elementos (como nós sabemos) importantíssimos para o Grupo, logo a época não podia ser boa.
 
Espero as rápidas melhoras desses grandes Forcados, aos quais quero deixar um grande abraço.
 
Em relação ao Grupo dentro de praça, julgo que estivemos relativamente bem porque tivemos corridas extremamente importantes em praças que nunca tínhamos pisado (por ex: Campo Pequeno e Póvoa de Varzim) que como nós sabemos são praças de 1ª,em relação às outras todas não tão importantes penso que fizemos sempre boa figura e que nunca deixámos de honrar a Jaqueta do Grupo das Caldas tanto mais que até ganhámos o prémio para o melhor Grupo em Praça na Catedral da Tauromaquia Nacional.
 
Fomos o único grupo de 2ª a pegar na reabertura do Campo Pequeno e mesmo tendo em conta que em Corridas televisionadas como a da CAP e a TVI com toiros duríssimos, o grupo não pegou todos à primeira, não deixámos nenhum toiro vivo para dentro, logo temos de ter orgulho na valentia dos nossos amigos que muito se esforçam para que tudo corra do melhor e, com o devido respeito a todos os outros Grupos, dentro de praça tentaremos ser SEMPRE os melhores.
 
Na corrida da Benedita o Francisco Calado arriscou em pôr o Xavier a abrir a temporada, a dar primeiras ao Rebelo e a dar o último toiro ao Vinhais, que não estava em muito boas condições.
 
Nesta corrida e noutras, o Grupo ajudou sempre no máximo, porque não acredito que alguém dentro de praça não estivesse a 200% e, de facto, com esta postura, o nosso Cabo pode confiar nos moços que está a capitanear.
 
À rapaziada mais nova: Quero-vos ainda mais vezes nas Caldas !
 
Para ti Vinhais, quero-te dar os parabéns pela forma como tens conduzido o Grupo, pelas decisões difíceis que tomaste e pela serenidade com que tens enfrentado os problemas que têm aparecido no Grupo. Força e coragem como sempre tens demonstrado dentro e fora de praça.
 
No “blog” que escrevi no ano passado disse que para voltar “haja coragem”, este ano o Grupo pode contar comigo a 100%, dentro e fora de praça se Deus quiser.
 
As melhoras para o Nuno Serrenho, Alonso, Diogo Ornelas e Diogo Lemos, o Óscar já está bom e é claro que o Cunha deve estar aí a aparecer valente.
 
Para acabar gostava apenas que pensassem nos nossos amigos e que depois me dissessem se a vida faria sentido sem eles, reparem que são todos, todos diferentes e que são todos uns amigos do caraças.
E a Batatinha vai para uma pessoa que tem sido extraordinária para nós… André “ Grilo” Domingos.
 
E pelo GFACR venha minis, muitas minis e muitas muitas minis.
 
E este ano temos festa, VOU-ME CASAR !
 
Um abraço para todos e Bom Ano.
Marco Cruz
publicado por osmaioresdisparates às 22:54

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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

Batata Quente - Luís Miranda

Ano Novo, Vida Nova... È esta a frase que costumamos dizer numa época em que fazemos o balanço do ano que passou ao mesmo tempo que planeamos e formulamos desejos para o ano que se avizinha...

Foi este o motivo que me levou a escrever (uma vez mais..) neste blog...


Também o facto de há já bastante tempo não aparecer nínguém a querer pegar na Batata Quente me obriga, como editor, a sair (uma vez mais...) a dobrar a pessoa incumbida de escrever umas linhas com as suas ideias para este blog de forma a tornar pública a forma de pensar do GFACR na forma como cada forcado deste Grupo a vive...


O ultimo post deste blog foi apresentado pelo nosso Cabo, Nuno Vinhais, com as estatisticas do GFACR durante a ultima temporada... Nestas estatísticas pode ver-se claramente que as lesões (uma vez mais...) marcaram de forma negativa a época do Grupo com elementos importantes privados de poder contribuir com o seu habitual empenho nas actuações dentro de praça...


È impossível atribuir uma única causa comum a todas estas lesões até porque ser forcado é na sua essência uma actividade de risco... Certo é que alguns factores potenciam fortemente as lesões sendo que o mais significativo é, sem dúvida alguma, aquele animal preto (embora possa ter outras pelagens...) com um par de cornos, um peso 5, 6 ou 7 vezes superior ao de um homem médio e que os forcados insistem em enfrentar olhos nos olhos... Faz parte....


Para todos os que já tiveram oportunidade de ver toiros suficientes sabem que os há de todos os tipos... Uns mais brutos que outros... Uns que parecem não fazer mal nenhum e outros que parecem descender directamente de um qualquer demónio que tenha pisado a Terra... Os forcados “metem-se à frente” de uns e de outros asumindo sempre (da forma mais directa possível...) as consequências da bravura do seu oponente e a sua capacidade de lhe “dar a volta”...


Acho que neste momento não vale a pena repisar e afirmar (uma vez mais...) que todos os forcados o fazem por valores que não se medem em euros e que têm nas palmas e na admiração do público (que parece provocar algumas invejas no mundo taurino...) a sua maior recompensa...


Este ano assistiu-se (uma vez mais...) a muitos artistas tauromáquicos, ou candidatos a tal, decidirem enfrentar toiros que lhes caíram em sorte “a fugir”... Uns por inépcia, outros por falta de vontade de arriscar e outros ainda por medo optaram por enganar o público (sim, trata-se de uma fraude...) com alguns truques para enfeitar, umas passagens em falso, uns gestos mais exuberantes para a bancada deixando “sossegadinho” o animal que são pagos para enfrentar...


Claro que um toiro que não teve qualquer lide tem reacções muito diferentes que outro lidado conveniente... Mas para qualquer um dos dois salta (sempre...) para dentro de praça um grupo de oito jovens que os enfrenta sempre com maior ou menor sorte, mais ou menos apurada técnica, com sucesso ao primeiro intento ou somente ao 4º ou 5º... Tudo para não defraudar o público, os seus amigos, a sua jaqueta...


E o que se vê quando as coisas não correm tão bem, quando o forcado não entendeu o toiro que tinha pela frente, quando as tentativas se repetiram, é o assumir desta falha por parte deste recusando-se a prolongar a decepção do público não dando volta à arena e não colhendo assim a sua singela recompensa pela arte que defende... E não interessa se tinha pela frente uma “cadeirinha” ou um “cachucho” que não tinha corrido nada durante a lide...


O mesmo não se pode dizer de muitos profisssionais (as excepções embora honrosas são raras...) que se apresentam após cada lide no centro da arena para desfilar (como se de um direito se tratasse...) de frente para as bancadas sem qualquer distinção entre as boas e menos conseguidas actuações...


Se é verdade que já ouvi (mais vezes do que gostaria...) muitos dizerem: “Eu não gosto muito de toiradas, mas dos forcados sim...” talvez uma parte da explicação esteja aí... Há que haver critério... Nem todos os toiros são de triunfo... Há que lutar pelas oportunidades tirando ao toiro tudo aquilo que ele possa ter para dar e ser artista para aproveitar quando elas aparecem...


O triunfo é um misto de sorte e de arte e que tem como prémio a admiração do público que não deve ser banalizada com toda e qualquer actuação de um artista face a um toiro bravo... O triunfo deve ser uma petição do público e não um direito dos artistas...


Pede-se apenas artistas com senso, publico com exigência e directores de corrida com pulso... Se calhar é pedir demais... De facto este é um dos meus desejos para a temporada de 2007...


Outro dos que quero referir é a rápida recuperação de todos aqueles que tiveram a infelicidade de se lesionar...


Depois deste desabafo escrito gostava de passar a Batata Quente a um elemento que este ano fez um fantástico regresso às arenas (em grande mesmo...) e que, ainda por cima, já anunciou que ainda em 2007 se irá casar... Marco da Amoreira a Batata é tua...


Abraço a todos


Miranda

publicado por cid às 23:24

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