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Terça-feira, 27 de Março de 2007

Batata Quente - Vasco Caldas

Caros amigos:

 

Antes de mais, agradeço ao André Domingos por me ter dado a oportunidade de escrever umas palavrinhas para este magnífico blog.

A minha experiência é curta no que diz respeito a este tão complexo mundo, que é o da festa brava, por isso e para não entrar por caminhos indesejáveis, vou tentar falar-vos um pouco do meu percurso no grupo e como vejo e sinto o GRUPO DAS CALDAS.

Vim para o grupo a convite do nosso amigo Gonçalo Guimarães, que tinha entrado há pouco no grupo pela mão do seu primo. Este convite desde logo me fascinou, pois desde pequeno que gosto de toiros e desta grande festa que nos reúne.

Na verdade, pouco sabia sobre a vivência de um grupo de forcados e muito menos da do nosso grupo. Pouco tempo após a minha entrada, já me sentia totalmente envolvido pela rapaziada que me recebeu da melhor forma e me fez sentir como parte integrante desta grande família que é o grupo das Caldas.

Em apenas quase dois anos (tempo que estou no grupo) passei dos melhores momentos de sempre.

 

Época passada:

 

A época passada foi a primeira que estive presente do início ao fim no grupo. Foi por isso muito marcante para mim.

Em primeiro lugar, porque foi no ano passado que comecei a pegar as minhas primeiras vacas e a tentar “demonstrar serviço” ao grupo.

Como não poderia deixar de referir, foram também importantes as noitadas, de onde desenrolaram grandes conversas com elementos mais velhos, que sem duvida alguma foram e continuaram a ser muito importantes para a aprendizagem de um forcado.

Por último foram me retiradas quaisquer dúvidas (por mais pequenas que fossem), de que o Grupo das Caldas é o melhor grupo de Portugal e que não há melhor escola para um forcado e para um homem de que a do nosso grupo, as experiências que se presenciam sendo-se forcado já são por si só fantásticas, mas não há palavras que possam descrever o que se presencia sendo parte integrante do Grupo das Caldas.

Na época passada, tivemos sem sombra de dúvidas muita tigres e honrámos a nossa jaqueta em tudo o que nos foi proposto. Houve de facto um lado, que não nos correu como todos nós gostaríamos que tivesse corrido, falo-vos das lesões, que se alongaram um pouco de mais. Mas a verdade é que as lesões fazem parte da nossa actividade, podemos por vezes evita-las mas nunca conseguiremos acabar com elas, isto acontece na nossa actividade como em muitas outras.

Falando-vos agora do presente que é o que de facto é importante. Este ano os nossos treinos têm sido muito falados pela positiva, falando por mim, têm me dado um enorme gozo e sinto que tenho aprendido imenso. Ainda há muita vaquinha com que treinar, o que é do melhor.

Este ano, não tenho absolutamente dúvidas nenhumas que vai ser uma grande época e que vamos estar rijos como o aço. Quanto a mim, estou cheio de vontade de agarrar bichinhos e tenho a certeza que dos mais novos não sou o único com este espírito. Por isso, VAMOS  PEGA-LOS COM TODA A GARRA.

A Batata vai para uma pessoa que desde que entrei no grupo sempre me acompanhou e ajudou. Foi ele que apertou comigo para eu pegar a minha primeira vaca.

António Neto, a batata é toda tua.

 

Um grande abraço a todos

publicado por osmaioresdisparates às 16:07

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