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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Batata Quente - António Galiano

Batata Quente – António Galiano
Caros amigos e aficionados,
Começo claro por agradecer ao meu amigo Xavier ter-me passado a batata. A verdade é que já há algum tempo gostava de ter escrito umas palavrinhas públicas em glória do nosso grupo. No entanto, são tantos os sentimentos, emoções e experiências que já partilhamos que não sei o que destacar. Este "discurso escrito" é mais difícil do que parece. Procuro inspiração...
Sou de súbito remetido para tardes quentes de Verão! Frio na barriga!
Abraços aos amigos, beijinhos às senhoras.
Entre (coco)Coca-Colas e quiches, as conversas flúem em tom desafios e judiarias.
- Eh javali! Tão o que tens andado a fazer? Já ouvir dizer as maldades do que fizeram outro dia?
- Maldades? Quem é que te disse isso? Somos lá capazes de tal coisa.
- Tão, e hoje, pegas um buff?
- Naa! Hoje não me parece.
- Tás como medo?
- Nunca!!
(Pausa! Estou apenas concentrado nos acordes da Monumental de Madrid)
Unhas ruídas! Cigarros apagados! "Tá na hora" ouve-se finalmente! Juntar a rapaziada e ouvir atentamente as palavras do cabo. A concentração é absoluta e os olhares reflectem um misto de medo e confiança. Ouvir o nosso nome tem sempre um significado especial. Palmas e abraços brutos.
- Vamos aos toiros!! – grita-se convictamente!
Camisa, meias, calções...uma rotina com sabor de estreia. Posta a cinta e a jaqueta, qual armadura do forcado, seguimos para a monumental, seja ela qual for. À chegada à praça, somos o alvo de olhares curiosos de gentes populares. Às cortesias só vão os mais bonitos! Desenha-se na arena o sinal da cruz e o sorriso na cara mascara o nervoso que todos sentimos. Mas a alegria, essa, é verdadeira. Quem pode ficar indiferente a uma praça cheia onde toca um pasodobles? O primeiro toiro saí para eles. "Sorte aí"! O segundo é nosso e começa a reza do terço. Ao abrirem-se as portas todas as atenções se focam na beleza ímpar do toiro.
- O que é tás a achar? – pergunta-se aos mais velhos.
- Boa cara mas não sei! Não gostei de o ver no capote.
O aquecimento é o possível, mais para aliviar o stress. O cabo começa a passar pelo grupo. Com cada, uma profunda troca de olhares é reveladora duma conversa muda.
"Posso contar contigo?"
"Quero pegar! Tou contigo! Para o que calhar!"
Inútil! Como se ele não nos conhece tão bem. Um decidido "vamos ao toiro!" é a frase mágica que todos querem ouvir. Feitas as escolhas, e trocadas as palmadinhas da praxe, forcados alinham-se para saltar. Toca para a pega! A nossa arte marialva começa aí mesmo no saltar, no caminhar, no brinde que se quer humilde e emotivo. Toiro colocado, ouvem-se palmas...
- Toiro! Toiro! Toiro!
Forcado da cara e toiro entram num mundo só deles, onde se medem mutuamente. Por mais confiança que haja nos amigos que estão atrás, este é um momento duma solidão extrema, explorado ao máximo cada segundo.
- Itá o toiro lindo! – grita-se com ironia.
Carregar, aguentar e recuar são os momentos seguintes. À boa reunião correspondem os restantes forcados, dispostos a tudo para ajudar o amigo.
Toiro pegado, recebem-se abraços na trincheira. Apertos de mão aos restantes artistas e inicia-se a volta ao ruedo. Recebem-se flores e trocam-se olhares com belas raparigas.
 E este ritual repete-se três vezes…
Já à noite, bifinhos e batatas fritas reconfortam o estômago apertado por várias horas de ansiedade. E cervejas, muitas cervejas, fazem-nos companhia para ouvir belos discursos, sempre sentidos e verdadeiros. Revelam-se emoções e deixa-se o coração falar. Elogios são mútuos e revelam profundas amizades. Criticam aspectos negativos mas realça-se sempre a força colectiva do grupo. E daí se parte para noites "à intiga", que não se sabem por onde passam nem quando acabam.
E de manhã, já deitado, não deixo de me surpreender com o que a minha vida mudou em apenas dois anos. Mudou para melhor claro está! Quem diria que dias como o que descrevo seriam os melhores do ano. Quem diria que desenvolveria amizades tão fortes. Quem diria que ser forcado, e sobretudo ser forcado no nosso grupo, me completaria tanto como pessoa. E então só tenho que agradecer. Em primeiro lugar, ao nosso cabo por toda a confiança que tem tido em mim, e que tudo farei para que continue a ter. E depois, claro está, a todos vocês por toda a amizade e estima que sinto que tem por mim.
Para terminar, passo a batata a um "irmão de fornada", que pelos sacrifícios que faz, mostra o quanto sente este "grupo de amigos que por acaso pega toiros!". Alberto pega a batata (à primeira)!
E PELO GFACR VENHA VINHO...
Um forte abraço a todos!
p.s. – por proposta do Cid, a partir de agora todos os batateiros devem juntar uma ou mais fotografias ao seu texto. Eu claro, tenho de vos dizer que perderam uma fantástica ida à neve.
publicado por osmaioresdisparates às 23:11

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Batata Quente - Xavier Ovídio

Caros/as amigos/as, aficcionados/as:
 
Começo por pedir desculpa pelo atraso da batata mas por desculpas pessoais (desculpas pois não há razão/justificação possível) não me foi possível escrever mais cedo.
  
Desde já agradeço ao Pedro “tamagochi” a oportunidade de voltar a escrever no nosso magnífico blog, não percebi bem foi os “tchan tchans”, (deve ser uma nova opção nos “Tamagochis”, agora com o avanço da tecnologia já há de tudo!).
 
Já passou mais de um ano desde a minha primeira batata, (com muitas aventuras e desventuras, muitas corridas, muitos convívios, jantares e noitadas de Grupo pelo meio), o que torna difícil, por já ter passado tão bons momentos, tantas alegrias e emoções no meio disto tudo, escrever para um blog sem me estender ou perder no meio das palavras (seria mais fácil descrever com umas pinceladas numa tela…)!
 
Começo por pegar nalgumas ideias dos “mais novos” (Mário, Pedro Santos…), especialmente a este pormenor - “mais novos”- pois já fui realmente o mais novo no Grupo, e entrei num ano em que a diferença de idade entre mim e o segundo mais novo era bem mais acentuada do que entre os novos actuais, que são muito mais, o que é bastante positivo para o nosso Grupo e para o nosso Cabinho Óscar, (que terá neste ano oportunidade de dar oportunidades a esta “nova geração” de Forcados do Grupo das Caldas), e acho que é a altura para crescer, de dar um passo em frente, o que só é possível com muita dedicação, esforço e vontade, sem a qual nada se consegue!
 
Felizmente tive o prazer de me estrear a pegar à cara pelos Amadores, o que me permitiu ponderar melhor sobre a minha posição enquanto forcado, pois senti que estava numa fase de transição entre a amizade, treinos e noitadas e o vestir a jaqueta do Grupo das Caldas, o que é duma importância enorme e de uma honra indescritível, que é bastante positivo até para o crescimento pessoal dentro e fora deste “mundo”; senti-me com uma maturidade que não tinha até então. Tive que “crescer” mais depressa, senti verdadeiramente na pele a alegria de poder pegar com os meus amigos.
 
Esta temporada foi para mim muito especial, na qual pude enfrentar de caras mais quatro toiros, já com o nosso actual Cabo Nuno Vinhais, o que me deu bastante confiança e mais vontade de pegar, vontade de evoluir enquanto forcado e pessoa, pois advém desta actividade uma responsabilidade muito grande e a dedicação exigida para que tal possa ser possível faz-nos tomar opções na vida, as quais estão directamente ligadas aos nossos sentimentos e ambições.
  
Gostava de referir a importância dos “padrinhos” dentro do Grupo, os quais, como qualquer outro membro, nos apoiam naquilo que precisamos, nas nossas dificuldades e necessidades. Mas acho que os padrinhos têm uma importância especial. No meu caso, (não pondo nenhum outro elemento de parte), afeiçoei-me bastante ao meu, “Marquinho” da Amorêra (Amoreira assim mesmo, sem “i” hehe), que me transmitiu logo desde o início os Nossos valores e que, entre conversas - e copos - á mistura (como não podia deixar de ser, não fosse ele o Marco da Amoreira) principalmente a parte que já referi das opções. Quando por vezes somos confrontados com problemas da vida que nos fazem reflectir sobre inúmeras questões, entre elas o Grupo (pois a certa altura já não organizamos a nossa vida pondo-o de parte), os laços de Amizade que aqui criamos e ainda o gosto que temos em pegar toiros faz-nos abstrair um pouco deste tipo de problemas e, por vezes, compará-los com a dificuldade de enfrentar um toiro, e então aí sentimos o espírito de Grupo e um braço de um amigo que estará lá sempre para nos apoiar. Em vez de “fugir” ao Grupo, um forcado deve procurar este braço amigo e confrontá-lo com as suas dificuldades para poder resolvê-las da melhor maneira.
 
Esta época é a do Nosso 15º aniversário, com certeza estaremos todos rijos para pegar e fazer uma brilhante temporada!! Saudades do cheirinho dos toiros temos todos, vamos a eles!!
 
 
Muito mais coisas teria para transmitir mas, agora voltando ao início, neste pouco tempo que tenho de Grupo já vivi tanto que estaria dias agarrado ao computador para o fazer.
 
Dado o atraso desta batata, como manda a regra, levarei duas garrafas de uísque para uma jantarada do Grande Grupo das Caldas!!!
 
Finalmente, a passagem da batata, (ou b-b-batata hehe), esta vai para…
 
…(e a noite da Nazaré!?)…
 
 
… um tal de Baiano ou Italiano, mais conhecido por António Galiano, agarra-te e vê lá, não g-g-gagueijes!!
Xavier Ovidio
publicado por osmaioresdisparates às 23:05

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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Batata Quente - Pedro "Tamagochi" Santos

Caros leitores, rapaziada, amigos e AMIGAS do Grupo,

Agradeço desde já, a oportunidade que me deram de escrever no blog deste nosso fabuloso grupo de amigos que é o Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha.

Espero não me exceder em palavras, visto ter imensos assuntos que gostaria de focar. Vou tentar ser breve e preciso.

Com pouquissimo tempo de grupo, já senti e actualmente vivo a AMIZADE  que se faz sentir neste grupo.
Uma frase que para min se encaixa perfeitamente no Grupo das Caldas é:
- Um grupo de amigos que por acaso pega toiros.


O nosso combustivel é sem duvida a AMIZADE. "A Amizade é o seu  lema..." (Verso do fado do grupo).


Apenas na época transacta  tive o privilégio, a responsabilidade, a alegria e a felicidade de vestir a jaqueta do Grupo das Caldas, foi um  momento incrivel em que vesti e senti o "peso" da jaqueta do Grupo, um momento que jamais esquecerei, e pelo qual quero passar muitas vezes.

Espero que toda a rapaziada mais nova (da qual faço parte), tenha o  privilégio como eu tive em vestir a jaqueta do nosso Grupo. Com muito empenho, vontade, esforço e dedicação todos teremos as nossas oportunidades.

Toda a rapaziada mais nova que integra o fantástico grupo de juvenis que temos, o grupo de jovens que tem muito a dar a este Grupo das Caldas.


É um grupo espectacular do qual tenho a honra de fazer parte, que integra perfeitamente o presente e o futuro Grupo das Caldas.


Este ano vamos ter a possibilidade de passar momentos espectaculares, fardados e comandados pelo Cabinho e Enorme forcado que é o Oscar Carvalho.


Não só no grupo de juvenis mas também pelos amadores, e para isso espero que exista uma competição saudável de modo a que cada um de nós conquiste a sua posição no Grupo das Caldas.


Essa competição que é feita nos TREINOS, em casa em frente ao espelho, no sofá a ver dvd's, no ginásio, no campo ou em qualquer lugar, em que pensamos e nos esforçamos com o objectivo de estar-mos preparados para representar e honrar o Grupo das Caldas.

Dentro e fora de praça o grupo acompanha-nos para todo o lado.

Há tempo para tudo, e para os amigos temos tudo o tempo do mundo, sem eles a vida não faz sentido, estou a 110% (como todos), neste grande grupo de amigos que é o Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha!

No presente ano, em que o Grupo faz 15 anos de existência, quero deixar as maiores felicidades para todos, num ano que vai magnifico para o Grupo, com tudo do bom e do melhor, dentro e fora de praça!


2008 vai ser um ano do catano!

E agora o momento por que todos aguardam . . .
(Já devem estar fartos do meu post, lol)

A batata vai para . . .

Tan Tan Tan tannn

tan tan tan tannnn

A pessoa que me desfiou para esta magnifica aventura . . .

Xavier Ovidio!

A batata é toda tua!
Agarra-te!!

 

Pedro Santos

publicado por osmaioresdisparates às 22:15

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