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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

Batata Quente - Eduardo Mendoça

Caros amigos,



Das várias recordações que tenho, há duas de que não me consigo esquecer. Não pelas corridas em si, nem pelos jantares, mas sim porque foram efectivamente momentos inesquecíveis.



Para muitos, poderiam ser apenas mais duas/três corridas de nível equivalente a tantas outras que o grupo já teve, com toiros não muito complicados, mas para mim foram as minhas duas primeiras “TOURNÉEEEES” com GFACR: Batocas e França.



BATOCAS


Lembro de me encontrar com o Manuel Laureano (e com a Filipa, claro) no café dos pais do Rui da Bernarda, sem ter a certeza de quem é que iria ao certo. Sabíamos que havia pessoas que queriam ir, mas… quem quisesse estava convidado. O nosso objectivo era preparar as coisas para que o grupo quando chegasse a Batocas pudesse ir logo para a fardamenta. Bem, foi uma tarefa tão bem planeada que até fizemos questão de ir a Viseu ao “The Day After” para ver se a discoteca tinha as condições adequadas para acolher todo o Grupo. Nessa noite, não sei o que é que o Rui da Bernarda tinha, que decidiu pagar as bebidas a toda a gente. Bem calculem só o que aconteceu…. Grande desgraça. No fim, parecíamos uns “atrasados” à procura do cartão do Rui Bernarda (que entretanto ele tinha escondido dentro do sapato). Resultado: tivemos de pagar o valor pela perda do cartão, aproximadamente 3 cts só que o cartão dava para consumir até 15 cts… Espectáculo!!!!


A corrida era de seis toiros, correu tudo bem e até prometemos à organização que lá voltaríamos. E não é que voltamos! Só que não enviamos nenhuma equipa para preparar as coisas, e imaginem o que é que aconteceu…. Lembram-se? Para a próxima já sabem…


FRANÇA


Imaginem o que é depois de uma viagem de 16 horas, sair de uma corrida (a fardamenta foi na praça), olhar em volta e estar tudo vazio, sem uma única pessoa na rua. Foi um momento de angústia. Entrámos num café para enganar o estômago e depois de dois dedos de conversa voltamos a sair. Meus amigos, nem imaginam no que é que aquilo se tinha transformado. Era uma fila enorme de carros alegóricos, pessoas a perder de vista, uma coisa espectacular. Em cada esquina havia um palco com uma banda a tocar e nas ruas as pessoas passeavam de bar em bar conversando com quem estivesse disposto a ouvir. Eu, por exemplo, dei comigo a falar com um casal francês sobre corridas, cavalos e por fim sobre rugby. Na segunda noite, lembro-me de alguém ser apanhado a “roubar” gelados. Se vissem a cara dele a pedir “pardon” ao francês… A terceira noite, foi mais calma. Depois da corrida e de um “belo” jantar demos uma volta pela cidade. Quando dei por mim estávamos à porta de um bar cheio de pessoas e ouvi alguém perguntar “Vasco, será que não podemos partir isto só um bocadinho???”.


Da viagem de regresso a Portugal não vos conto nada. Apenas vos digo que os motoristas foram “espectaculares”, que íamos sendo presos porque alguém tentou roubar um chocolate numa bomba de gasolina e que ainda não consegui perceber como é que é possível jogar à lerpa durante 16 horas seguidas sem ir a um WC…


As duas corridas em França podiam ter corrido melhor. A primeira pelo cansaço que tínhamos e a segunda pelos toiros que pareciam uns gatos a saltar. Hah, a praça também era oval o que desorientou alguns forcados, nomeadamente no momento da volta J…


Antes de passar a BQ queria apenas dizer ao Henrique Frazão que para a próxima gostava de ver uma “batata quente” à séria e não um trabalho em PowerPoint (já agora ficam aqui umas dicas para os teus próximos trabalhos: os slides devem ser numerados, etc, etc, de qualquer forma o trabalho está muito interessante).


Quando comecei a pegar, houve muitas pessoas que me marcaram e que me ajudaram quer dentro e quer fora de praça. Uma dessas pessoas foi sem duvida o Manuel Laureano, a quem passo a “Batata Quente”.



Ficam aqui os votos de uma boa temporada e que tudo corra pelo melhor. Aproveitem ao máximo o GFACR.



Um abraço,


Eduardo Mendoça

publicado por cid às 19:22

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5 comentários:
De Nuno Vinhais a 19 de Abril de 2006 às 16:44
Eduardo, de facto são historias que ficam para sempre nas nossas memórias. É bastante importante que os mais velhos continuem a transmitir aos mais novos todas essas historias que pertencem ao crescimento do nosso Grupo. Tu és sem duvida um elemento que muito deu ao Grupo, mas que ainda tem muito para dar...
Grande abraço
De Nuno Vinhais a 19 de Abril de 2006 às 16:40
Eduardo, de facto são historias que ficam para sempre nas nossas memórias. É bastante importante que os mais velhos continuem a transmitir aos mais novos todas essas historias que pertencem ao crescimento do nosso Grupo. Tu és sem duvida um elemento que muito deu ao Grupo, mas que ainda tem muito para dar...
Grande abraço
De frazao a 17 de Abril de 2006 às 19:31
Eduardo, Eduardo, parece que ainda me lembro de dizeres que ias ter saudades de tomar banho conosco.... Eheheheh.
As tuas palavras traduzem um turbilhão de sentimentos em que é notório a saudade e o orgulho que tens por este Grupo.
Compreendo-te na perfeição.
Em relação à BQ, deixa-me dizer que assumo desde já as garrafas que me dizem respeito, primeiro pq só agr vi a BQ e depois pq estou de férias e vou estar ausente e quer em casa quer no local p onde vou não tenho Net, por isso...As garrafas é o menos, o que realmente é importante é o convivio que vamos ter qd as tivermos a beber. Abraços a todos HFrazão
De Frederico Casimiro a 14 de Abril de 2006 às 22:47
Grande Eduardo, estas histórias fazem parte da história do GFACR, foram vivências divertidas que todos nós recordamos com algum saudosismo. Agora só uma correcção, não era chocolate mas sim maionese... Um grande abraço e até domingo.
De Ana a 14 de Abril de 2006 às 19:49
Queria desde já desejar uma Boa Páscoa a todos os que lêem e escrevem o blog. Estas histórias aqui contadas são de uma magia tremenda, não só pelo interesse que têem, mas também pelo facto de serem extremamente divertidas, para quem as lê... Quero também desejar Boa Sorte para a corrida de Domingo, fazendo votos que para além de ser uma grande corrida (com excelentes pegas), que nenhum de vós se magoe.

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