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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2005

Batata Quente - Carlos Sequeira

 Caros amigos,

Começo por felicitar os mentores deste “blog”, pelo facto de terem criado um espaço de interacção, em que podemos expressar os nossos sentimentos e experiências comuns, à volta de um tema que tanto nos apaixona que é o nosso Grupo.


Aproveito também, para agradecer ao Nuno Morgado as palavras simpáticas que me dirigiu, na sua sapiente dissertação, como já vem sendo seu apanágio.


De uma forma muito sucinta, permitam-me tecer algumas considerações, sobre duas vivências recentes, que tocaram-me em especial, nesta temporada que acabou de findar.


O G.F.A.C.R., apesar da sua tenra idade (pouco mais de uma dúzia de anos), cedo se tornou num Grupo sério e exigente.


A comprová-lo passo a citar entre outras, duas verdades, que por mais que se queiram escamotear são incontestáveis – A distribuição da brochura intitulada “A relação entre o Público, a Festa e os Forcados”, e o modo como o Grupo respondeu às sérias lesões de que foi alvo nesta temporada.


A primeira verdade só por si é demonstrativa de como o G.F.A.C.R., é um Grupo sério e exigente, a comprová-lo, foi o facto de ter presenteado os aficionados com um documento inédito, cujo teor revela um eruditismo acima da média, e ainda, altamente esclarecedor de como o Grupo age e vê a Festa.


A segunda verdade tem haver com as lesões que assolaram o Grupo na temporada passada, e que irão ficar na memória de todos nós, como uma temporada fortemente fustigada no que lhe diz respeito.


Todos nós ao longo da época passada, por momentos receámos o facto do G.F.A.C.R., ir ficando privado daqueles que são a sua “espinha dorsal”.


No entanto, este mal acabou por destapar a enorme maturidade do seu colectivo, desfalcados de alguns dos seus principais elementos, os restantes, assessorados por alguns dos elementos mais novos, que embebidos dos princípios basilares que regem o Grupo, dignificaram com enorme galhardia e dignidade a jaqueta do G.F.A.C.R., tanto nas corridas agendadas, como ainda naquelas que se vieram agendar na parte final da temporada.


São dois exemplos escolhidos, entre muitos outros que poderia enumerar, mas só por si demonstrativo de que o sucesso não é fruto do acaso, mas sim consequência de um trabalho árduo, persistente e acima de tudo sério, que só é alcançado porque o G.F.A.C.R., é composto por um conjunto de indivíduos, que pela sua estirpe, fazem dele um exemplo de singularidade.


Por tudo isto e por muito mais que ficou por dizer, como amigo, aficionado e caldense, resta-me desejar um bem-haja ao Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha.


Por último, dirijo-me, aquele que sempre acreditou neste projecto, e que sem ele o G.F.A.C.R., nunca tinha feito história, passo a “Batata Quente” ao nosso grande amigo, e 1º Cabo do Grupo - Vasco Morgado.

publicado por cid às 16:44

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