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Quinta-feira, 9 de Março de 2006

Batata Quente – Manel Cid

Meus queridos amigos… Antes de mais queria agradecer ao Santa o facto de me ter passado esta batata quente. Depois, dizer que sou um padrinho muito orgulhoso e depois pedir desculpa, pois não tive muito tempo para pensar no que iria escrever neste “batatal”.

Pensei em escrever algumas histórias de recordações que tenho, do meu (curto) período neste grupo. É certo que toda a gente tem noção dos perigos que enfrentamos na praça e do bocadinho inconscientes que somos, mas faz parte de uma inconsciência saudável e com o máximo sentido de responsabilidade. Mas é de alguns episódios bem caricatos, e esses sim totalmente inconscientes, que me apetece falar hoje.

Há frase que não me canso de dizer quando estou com vocês: “Eu só me dou é com gente maluca… Se não fosse eu a tomar conta de vocês!!!” Claro que digo isto em ambiente de alegria e brincadeira, mas o que é certo é que é mesmo só gente maluca…

Episódio 1… de muitos:
Quando me lembro das muitas histórias engraçadas que passei na vossa companhia, é certo que o indivíduo João Silveira está quase quase sempre presente, por isso não se cansem de ver o nome dele aqui escrito.
Uma das primeiras corridas que fui assistir do grupo foi em Batocas. Corria o ano de mil nove e novente e nove e o grupo pegava uma corrida, supostamente de juvenis, no dia 14 de Agosto. Claro está que na noite anterior a rapaziada foi dormir cedo e eu e o bom do Ganda Jone fomos pá rambóia. Green Hill, Sabelo e mais um par de bares e lá fomos parar a uma padaria para mais um piqueno almoço. Depois de muitas minis e bolas de berlim, já era hora de abalar para cima, que ainda eram umas 4 ou 5 horas de caminho. Sem dormir e com uma camada grandita, enfiámo-nos num 106 de 5 lugares com 5 marmanjos lá dentro. Benjamim, Cid e Gande Jone no banco de trás, com um fartote de riso nas primeiras horas, mas o quebrante não tardou em chegar. Lá veio o enjôo e as bolas de berlim a fazerem efeito. Chegados a Batocas, um calor descomunal e eis que surge uma ideia milagrosa do Ganda Jone… “Cid… bebe só esta mini, que ficas já bom…” Bem dito bem feito. A verdade é que a primeira ainda custou a entrar, mas as outras, com aquele calor, pareciam água. O certo é que lá se passou a corrida… dura por sinal… mas sempre bem regadinha…

Episódio 2…
No ano seguinte lá comecei a ir a uns treinos e essa época acabei por ir acompanhar as corridas todas… Nesse ano (2000), veio a Portugal um primo meu brasileiro passar o Verão. Claro está que acompanhava o grupo conosco para todo o lado. Éramos sempre os primeiros a sair de São Martinho e os primeiros a apoderármo-nos do barzinho mais próximo do sítio da fardamenta, com os passodobles no máximo. “Rafa… tens de experimentar todas as bebidas boas de Portugal…” Ele era bagaço, ele era 1920, ginginha… tudo o desgraçado esperimentou… é claro que nós tinhamos de beber com ele, senão até parecia mal… Quando chegava a altura de por as cintas, já era com uma mini presa nos queixos, mas o que é certo é que aquilo ficava sempre “impéc”. Até o meu primo discursou no jantar do 15 de Agosto: “Se eu tivesse em Portugal mais tempo… era bêbado e forcado”. Foi um ano inesquecível…

Mais episódios…
Pequenos almoços no Sabelo… ah pois é. As maldades que o Marco da Amoreira me fazia nesse sítio por nós tão bem conhecido… Daí eu dizer que a gente da Amoreira ser gente de mau fundo… Eram lutas de mostarda, padeiros gigantes a fazer frente à gente, até com uma bifana levei na cara. Aquilo era (e ainda é… apesar de menos) um antro de maldade. O Marco agora foge daquilo como o diabo da cruz…. Já percebi porquê.

E o que eram os pequenos almoços naquele café à frente da Quinta da Foz. Sorte do cabo, que mais do que vez, foi presenteado nesses famosos pequenos almoços. A amizade e o adiantado da hora, levaram o Ganda Jone e esse grande bêbado da nossa praça, o MALUCO, BÊBADO Raimundo e ofertarem o Cabo com uma saca de batatas e outra de cebolas… Bonita atitude… demonstrativa da amizade cultivada neste grupo. Dizem que foi nesse café que foi visto o próprio do homem que mordeu o cão. Eu explico: Certa manhã aparece um canito a mandar vir cómigo, sem eu lhe ter feito mal nenhum. Ora eu achei aquilo muito injusto e não vou com meias medidas. Ponho-me ao nível dele, de quatro, e antes que ele se atira-se a mim… ZAN… mordi-lhe a orelha. Como é óbvio pedi desculpas logo de seguida à dona.

Saindo das Caldas… (Só conto mais esta):
No casamento do Eduardo “titi boy” Mendoça e da Sofia, depois da magnífica festa que tivemos o prazer de assistir, eu, o Ganda Jone e mais uma vez o BÊBADO Raimundo, ainda tínhamos força para mais um pézinho de dança. Lá fomos até à discoteca mais próxima e depois do pézinho inda havia tempo para um pequeno almoço em casa de umas piquenas. Fomos tratados que nem principes (outra coisa não seria de esperar). A boa da dona da casa fez hamburgueres, sopa e tudituditudo… O que nos deram para beber é que eu não sei… Só sei que quando olhei para o lado o Ganda Jone tinha acabado de partir um aquário cheio de peixinhos com uma vassoura e aquilo escorria que nem uma cascata. O Raimundo dava vinho a beber a um cágado e eu, muito amigo dos animais queria dar um beijinho a outro. Quando dei por mim o sacana estáva-me a morder a língua. Imagine-se… a mim… que só o queria limpar com um esfregão da loiça… Tivemos tempo para pouco mais antes de sermos expulsos pela dona da casa. Só tive tempo de por o sacana do cágado no microondas e vir-me embora com o grill ligado. Lá ficámos a dormir no carro para no dia seguinte acordarmos com o calor dentro do carro e outra ressaca monstruosa…

Havia muito mais histórias para contar…. Como os pequenos almoços em casa do Mendia, as passagens de ano na Quinta da Foz, os mergulhos do cais do nadadouro às 7 da manhã em pleno Inverno, as Feiras do Toiro, os dias em casa do Egrejas and so on, and so on… Portanto desafio os bons escritores a pô-las em livro e acredito que seria um best-seller. Podiam não acreditar, mas pelo menos as pessoas riam-se…

À parte disso queria desejar a todos uma temporada excepcional e dar um abraço a todos. Obrigado a todos por me fazerem sentir este ORGULHO ENORME em fazer parte deste nosso Grupo. Estas histórias são possíveis pois por trás delas existe sempre um sentimento enorme de respeito, amizade e lealdade.

Ao Francisco Calado tenho a agradecer a confiança que tem depositado em mim e em todos os que pertencem ao GFACR. O seu bom senso e sentido de VERDADE têm levado este Grupo pra diante.

Ao Vinhais desejo toda a sorte do mundo para levar os nossos objectivos no caminho certo e aproveito para lhe dizer que conte comigo para tudo, na percentagem que ele quiser.

Pelo GRUPO DE FORCADOS AMADORES DAS CALDAS DA RAINHA… Venha Vinho!!!

Raimundo… a batata é tua!
publicado por cid às 10:51

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